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Como montar uma carteira de renda fixa em 2025?

    Já ouviu falar por aí que a renda fixa é o investimento ideal para perfis conservadores? A recomendação é verdadeira, porém, essa classe de ativos é ideal para qualquer investidor que tenha por objetivo lastrar e variar o próprio portfólio.

    Enfim, as boas oportunidades estão na renda fixa também, principalmente quando o cenário econômico está favorável.

    Tudo isso soa complicado demais? Portanto, siga conosco, pois até o final deste cláusula, não te sobrará nenhuma incerteza sobre o tópico — independentemente de qual tipo de investidor você seja, iniciante ou que já tem alguma experiência em aplicações.

    Confira o que vai aprender neste teor:

    • O que é uma carteira de renda fixa;
    • Qual a vantagem de ter uma carteira de renda fixa;
    • Quais são os principais investimentos de renda fixa;
    • Qual é a rentabilidade da renda fixa;
    • Porquê balancear uma carteira de investimentos;
    • Qual a melhor carteira de renda fixa;
    • Porquê funciona o Imposto de Renda para títulos públicos;
    • Porquê montar uma carteira de investimentos de renda fixa;
    • Porquê investir em renda fixa.

    O seu objetivo para 2025 é transformar conhecimento em moeda? Portanto, no final deste cláusula, ainda vamos te dar uma dica imbatível para ir com tudo no seu propósito de ser um investidor mais inteligente e extrair o sumo do seu patrimônio.

    Vem com a gente!

    O que é uma carteira de renda fixa?

    Uma carteira de renda fixa é o conjunto de ativos financeiros que o investidor possui, focados exclusivamente em investimentos de renda fixa — porquê CDBs, títulos do Tesouro Direto, LCIs, LCAs, entre outros. O objetivo dessa carteira é preservar o patrimônio, mourejar com um nível comedido de risco e gerar rendimentos mais previsíveis ao longo do tempo.

    Além de, em universal, apresentar mais segurança, também é provável ajustar uma carteira de renda fixa para diferentes metas financeiras: proteger o capital contra a inflação, edificar uma suplente de emergência ou planejar a aposentadoria, por exemplo

    Importante: mesmo que estejamos falando de aplicações em uma única classe, ainda assim cada título escolhido deve levar em conta o perfil do investidor, os prazos de vencimento e a rentabilidade esperada.

    Qual a valimento de montar uma carteira de investimentos?

    Montar uma carteira de investimentos, com diversificação e estabilidade, serve para lastrar os riscos inerentes a cada ativo selecionado, potencializar os lucros do investidor e preservar o seu patrimônio. É por conta desses motivos que a recomendação é que você nunca aplique todo o seu moeda em uma classe só.

    Montando uma carteira de investimentos, você ainda tem a oportunidade de buscar a realização dos seus objetivos de maneira mais estruturada — não importa se a teoria seja aglomerar patrimônio para o horizonte, ter uma renda passiva entrando periodicamente ou se proteger contra os efeitos da inflação, que corrói o poder de compra daqueles que deixam o moeda parado.

    Cá, inclusive, a diversificação de investimentos da sua carteira vem para diluir riscos e reduzir o impacto de eventuais perdas em determinados títulos ou ativos. É, em outras palavras, uma estratégia para lastrar os resultados gerais do portfólio.

    Qual a vantagem de ter uma carteira de renda fixa?

    Quando você investe em renda fixa, consegue aproveitar alguns benefícios específicos desta classe, olha só:

    • Inferior risco;
    • Facilidade de resgate;
    • Previsibilidade;
    • Acessibilidade.

    Porquê nem todos os títulos dessa classe performam da mesma maneira, o ideal é que você entenda melhor cada uma dessas vantagens. Assim, vai saber identificá-las com mais facilidade na hora de montar a sua carteira de renda fixa.

    Inferior risco

    A renda fixa é a única classe na qual você consegue investir e manter um intensidade comedido de risco

    Embora cada título apresente condições distintas, esse tipo de investimento tende a ser marcado pela simplicidade de seu funcionamento: em universal, é porquê se você estivesse “emprestando” moeda a uma instituição (um banco ou o governo, por exemplo), que te devolverá o valor com o acréscimo de rendimento.

    Em termos mais simples, essa vantagem configura justamente uma particularidade oposta à renda variável, já que nessa outra classe de investimentos os ganhos não são nem previsíveis ou garantidos.

    Facilidade de resgate

    Cá, estamos falando do intensidade de liquidez, ou seja, da facilidade ou dificuldade que um investidor vai encontrar caso queira vender seu título antes do prazo combinado. 

    A liquidez na renda fixa varia de título para título. Por isso, recomendamos que você entenda muito as condições de cada escolha antes de fazer um aporte.

    Voltando à facilidade de resgate, damos destaque ao Tesouro Selic e aos CDBs de liquidez diária, que são títulos de renda fixa que você pode vender no momento que desejar, sem ter perdas significativas na rentabilidade. 

    Em relação aos demais, pode até ser que você venda facilmente o título, porém, tem chances de tolerar os efeitos da marcação a mercado, que se trata do processo de precificação diária de alguns ativos, mormente os de renda fixa. 

    De maneira muito simples, ela mostra quanto valeria o ativo se você decidisse vendê-lo naquele exato momento. Essas variações, por sua vez, dependem de vários fatores, porquê oferta e demanda, modificação da taxa de juros, e outros eventos macroeconômicos.

    Se determinar vender o seu título e o preço em questão estiver mais reles do que você pagou inicialmente, portanto essa retirada antecipada pode provocar perdas de rendimento.

    Previsibilidade

    Quando você investe em renda fixa, sabe exatamente quanto vai ter de retorno, ou ao menos qual indicador vai ser utilizado na elaboração da rentabilidade. Em títulos prefixados, por exemplo, a taxa de retorno é conhecida desde o momento da emprego. Aqueles atrelados ao CDI, por outro lado, vão render de tratado com esse benchmark.

    Com esses dois exemplos, queremos ilustrar que essa previsibilidade é uma das maiores vantagens da renda fixa, mormente para quem procura segurança e segurança na hora de investir. Na prática, finalmente, ela facilita o planejamento financeiro, ajudando a calcular com maior precisão o montante que você terá disponível no horizonte para atingir metas específicas, porquê a aposentadoria, a compra de um imóvel ou a formação de uma suplente de emergência.

    Acessibilidade

    Primeiramente, ativos de renda fixa são mais acessíveis pois os seus funcionamentos são bastante simples. Consequentemente, são fáceis de entender até mesmo para quem tem zero experiência no mercado financeiro.

    Por outro lado, a acessibilidade também é vista no valor mínimo de aporte destes títulos. Enfim, essas quantias costumam ser muito baixas e você nem sequer precisa dispor de somas imensas para debutar a investir, porquê muitos ainda acreditam. Por exemplo, até a data de publicação deste cláusula, com poucos reais já é provável entrar no site do Tesouro Direto e investir em alguns títulos públicos.

    Quais são os principais investimentos de renda fixa?

    Na renda fixa, os principais investimentos são:

    Cada um deles tem condições e características específicas, por isso, o ideal é que você siga na leitura e entenda essas alternativas antes de tomar suas decisões.

    Tesouro Direto

    Estes são títulos públicos emitidos pelo Governo Federalista. Ao investir neles, você está basicamente emprestando moeda ao governo, que vai utilizar os recursos para financiar obras em setores porquê instrução e saúde. É, portanto, uma maneira de contribuir com o desenvolvimento vernáculo. Em troca, o investidor recebe o montante “emprestado” com o acréscimo de juros, dentro do prazo combinado inicialmente. 

    O Tesouro oferece ao investidor algumas opções específicas:

    • Tesouro RendA+: desenvolvido para o planejamento da aposentadoria, é um título pós-fixado focado no longo prazo. O resgate ocorre em 240 parcelas mensais, garantindo uma renda fixa durante 20 anos;
    • Tesouro Selic: títulos pós-fixados com rentabilidade atrelada à Taxa Selic, ideais para investidores iniciantes e objetivos de limitado prazo. São recomendados para reservas de emergência devido ao sobranceiro intensidade de liquidez e à baixa chance de prejuízo em vendas antecipadas;
    • Tesouro IPCA: atrelado à inflação (IPCA), garante rendimentos que acompanham o índice de inflação brasílico, acrescidos de uma taxa prefixada. Indicado para proteger o poder de compra em investimentos de longo prazo;
    • Tesouro Prefixado: apresenta uma taxa de retorno definida no momento da emprego, ideal para quem procura previsibilidade de ganhos. É recomendado para prazos definidos, mormente em cenários de queda na taxa de juros.

    Certificado de Repositório Bancário (CDB)

    Os CDBs são o que chamamos de título de crédito. Funciona assim: os ativos são emitidos pelos bancos para que possam captar recursos e financiar as suas atividades, porquê licença de crédito e financiamentos.

    O investidor que compra esses ativos, por sua vez, está “emprestando” moeda à instituição, em troca de uma remuneração com o acréscimo de juros. Assim porquê nos títulos do Tesouro Direto, os CDBs estão disponíveis nas modalidades pré e pós-fixadas e alguns oferecem até liquidez diária — ideal para o limitado prazo. 

    É importante saber que bancos menores costumam oferecer rentabilidades mais atrativas ao público, embora a operação, nesse caso, seja mais arriscada que aquelas envolvendo títulos de entidades de maior porte.

    No entanto, assim porquê muitos outros ativos de renda fixa, estes são protegidos pelo FGC (Fundo Garantidor de Crédito), que reembolsa até R$ 250.000,00 por CPF em caso de inadimplência por secção da empresa emissora do título.

    LC

    É a {sigla} para Letra de Câmbio e é emitida por empresas de crédito, também com a finalidade de captar recursos. Novamente, a emprego segue a dinâmica de emprestar moeda à empresa para o receber de volta com um acréscimo de juros. 

    Em universal, os ativos acompanham os indexadores DI — ligado ao Certificado de Repositório Interbancário (CDI) — e à Selic. Esse investimento, vale lembrar, sofre a incidência da tributação do Imposto de Renda.

    LCI e LCA

    Cá, temos as Letras de Crédito Imobiliário e as  Letras do Crédito do Agronegócio. Ao contrário das LCs, elas são emitidas por bancos e os recursos captados vão para empreendimentos do setor imobiliário e do agronegócio

    Uma das vantagens dessas Letras, mormente sobre as LCs, é que elas não são tributadas no Imposto de Renda. Mesmo assim, atenção: a isenção existe, mas o investimento deve constar na enunciação de qualquer forma.

    CRI e CRA

    Estas são, respectivamente, as siglas para Certificados de Recebíveis Imobiliários e Certificados de Recebíveis Agrícolas. Seus ativos são emitidos por companhias securitizadoras e os recursos são destinados a financiamentos nos mercados que dão nome aos certificados.

    A título de conhecimento, entenda quais negociações envolvem os ativos de cada opção:

    • CRI: aluguel de terrenos e imóveis comerciais ou residenciais;
    • CRA: contratos de arrendamento, venda de produtos e insumos agrícolas, entre outros.

    Assim porquê os demais títulos até cá, estes podem ser adquiridos porquê prefixados, pós-fixados ou híbridos. A diferença, porém, é que os CRIs e CRAs não são protegidos pelo FGC e também não oferecem intensidade sobranceiro de liquidez. Ou seja, na hora de vender os ativos, o investidor provavelmente encontrará certa dificuldade para encontrar compradores interessados.

    Debêntures

    As debêntures são títulos de dívida emitidos por empresas privadas, não financeiras. 

    Ao enunciar uma debênture, a empresa está recorrendo aos investidores para levantar fundos e expandir ou melhorar as suas operações, em vez de optar por empréstimos e financiamentos em bancos, que podem trespassar mais caros.

    Esses investidores, por sua vez, lucram por meio dos juros sobre o valor retraído. Aliás, infligir em debêntures pode render rendimentos mais atrativos, pois geralmente o prazo de vencimento desses títulos são de longo prazo, na mansão dos 10/15 anos para cima, no entanto, o risco também é muito maior. Aliás, debêntures normalmente apresentam baixa liquidez — ou seja, existe a chance de você enfrentar dificuldades se eventualmente determinar vender o título.

    Porquê estudar se o investimento em uma debênture vale a pena é uma tarefa complexa até mesmo para os mais experientes, recomendamos que, na incerteza, prefira aplicações mais seguras e previsíveis dentro da renda fixa.

    Fundos de Renda Fixa

    Por término, temos os Fundos de Investimento em renda fixa. Estas são modalidades coletivas de investimento financeiro, pois os recursos de todos os investidores (cotistas) são reunidos por um gestor, que os aplicará em ativos diversos, de tratado com o que consta em contrato. É porquê receber uma carteira diversificada em mãos, porém com uma única emprego.

    No caso dos Fundos de Renda Fixa, a distribuição do patrimônio vai majoritariamente para títulos dessa classe — 80% no mínimo. 

    Ao comprar cotas em um Fundo desta categoria, você tem a oportunidade de incumbir o seu patrimônio a profissionais certificados no mercado. Assim, eles vão realizar aportes estratégicos e aproveitar oportunidades de mercado que um investidor inexperiente, por exemplo, talvez não seria capaz sozinho.

    Ao buscar opções de Fundos de Renda Fixa para investir, você certamente notará que eles estão disponíveis com condições variadas. Prazos menores ou maiores, estratégias mais ou menos conservadoras e diferentes ativos selecionados: a gama de possibilidades é ampla e a decisão deve ser baseada principalmente nas taxas de gestão que esses fundos cobram e nas suas expectativas e objetivos financeiros.

    Qual é a rentabilidade da renda fixa?

    A rentabilidade da renda fixa varia dependendo do tipo de investimento escolhido. Em universal, é mais firme em verificação com outros tipos de investimentos, porquê ações. 

    Por exemplo, títulos públicos porquê o Tesouro Direto e CDBs podem oferecer rendimentos prefixados ou pós-fixados, que podem variar conforme a taxa de juros e a inflação. Fundos de Renda Fixa, por outro lado, também oferecem diferentes níveis de rentabilidade, dependendo dos ativos em que investem. 

    Para que você tenha uma visão mais clara de porquê a renda fixa pode somar no seu portfólio, trouxemos alguns dados históricos relacionados à rentabilidade dos indicadores da classe.

    Primeiramente, temos uma verificação entre o CDI e o IFIX, o principal índice de Fundos Imobiliários do Brasil. No gráfico aquém, apresentamos a evolução histórica de ambos desde 2012. Olha só:

    Nascente: Quantum

    Cá, temos um retorno aglomerado de 211% no IFIX, enquanto o do CDI foi de 250%. Embora a diferença não seja muito grande, ainda é uma porcentagem muito relevante para a renda fixa. Vale sobresair também que o CDI não apresenta volatilidade, assim porquê acontece com os FIIs.

    Agora, vamos novamente usar o CDI para fins de verificação, mas desta vez com outro benchmark bastante relevante dentro da renda variável: o Ibovespa

    O gráfico aquém mostra o desempenho aglomerado de ambos, desde 1997 até 2025. Observe:

    Nascente: Quantum

    Dessa vez, a diferença é maior: o Ibovespa acumula um retorno de 1.612%, enquanto o CDI apresenta 3.330% de retorno — mais que o duplo do principal índice de ações do país. Cá, inclusive, os números trazem uma boa notícia àqueles investidores que temem que a renda fixa não seja capaz de oferecer retornos atrativos no longo prazo.

    Porquê balancear uma carteira de investimentos?

    Considerando que a diversificação é tão importante para manter o estabilidade de uma carteira, nossa sugestão é que, para executar essa missão, você trabalhe a variedade entre:

    • Número de ativos;
    • Classes de investimentos;
    • Emissores;
    • Localização geográfica.

    Vamos juntos entender o que fazer e o que não fazer em cada um desses aspectos.

    Número de ativos

    Não há um número exato a ser recomendado, pois uma estratégia eficiente não considera somente a quantidade de aplicações. No entanto, é preciso tomar o zelo de encontrar um estabilidade, ou seja, não selecionar ativos demais, nem concentrar em um só.

    Porquê você já sabe, concentrar o seu patrimônio todo em um ou dois ativos é perigoso, pois qualquer má performance pode ultimar em prejuízos para a carteira.

    No entanto, se repartir o moeda entre muitas opções, os possíveis ganhos com qualquer uma delas serão insignificantes.

    Imagine, por exemplo, que você tenha somente 1% dos seus recursos aportados em um Fundo de Renda Fixa cuja performance foi magnífico. Nesse caso, o seu lucro seria pequeno mesmo com esse momento favorável, já que a quantia aportada era pequena demais para ser significativa e impactar a carteira porquê um todo.

    Classes de investimentos

    Uma carteira de investimentos muito equilibrada não é composta somente por ativos de renda fixa. O ideal é que você inclua no seu portfólio ações e outras categorias de Fundos também, por exemplo.

    Dessa maneira, os riscos assumidos e a vulnerabilidade às movimentações econômicas são melhores controladas, mesmo que a carteira conte com aplicações de renda variável.

    Se você ainda não se sente esperançoso para explorar ativos mais arriscados e prefere debutar exclusivamente com a renda fixa, não tem problemas. Até lucrar crédito e experiência no tópico, um bom método de diversificação é o de repartir o seu moeda em diferentes ativos desta mesma classe

    As opções, finalmente, são várias: há muitos títulos do Tesouro Direto, Letras e CDBs a serem analisados.

    Emissores

    Mesmo que você invista em 10 CDBs diferentes, vamos supor, ainda não terá uma carteira devidamente diversificada, pois o seu patrimônio estará inteiramente concentrado em bancos. Logo, qualquer oscilação econômica capaz de impactar o setor acabará jogando a rentabilidade de todo o seu portfólio para reles.

    Ao investir, seja em renda fixa ou variável, lembre que os riscos dos ativos também têm a ver com as áreas às quais estão atrelados. Por isso, esses aspectos devem ser mesclados.

    Um investidor que tenha títulos do Tesouro Direto, CDBs e LCIs na carteira, por exemplo, conta com um portfólio mais promissor. Isto é, nessa suposição, ele teria distribuído o seu moeda entre setores distintos.

    Localização geográfica

    Assim porquê as oscilações econômicas impactam diferentes setores, regiões específicas também podem ser afetadas. Para evitar prejuízos por conta deste risco, o ideal é que você não concentre todos os seus aportes em títulos provenientes de uma mesma superfície.

    Futuramente, quando determinar explorar novos caminhos além da renda fixa, saiba que uma boa teoria é variar não somente locais dentro do Brasil, mas fora do país também.

    Qual a melhor carteira de renda fixa?

    A melhor carteira de renda fixa é aquela que mistura diferentes ativos dentro desta mesma classe, variando rentabilidade e setores. Obviamente, as proporções e a escolha dos títulos deve ser feita de tratado com as preferências e os objetivos de cada investidor. 

    No entanto, algumas sugestões podem servir de base para o seu processo de decisão. Por cá, por exemplo, uma sugestão de diversificação dentro da renda fixa seria a seguinte:

    • 15% em pós-fixados;
    • 35% em prefixado de limitado prazo;
    • 5% em prefixado de longo prazo;
    • 15% em IPCA+ de limitado prazo;
    • 25% em IPCA+ de longo prazo;
    • 5% em renda fixa internacional.

    Em uma carteira que misture renda variável e renda fixa, é oriundo que a distribuição seja dissemelhante. Nesse caso, a renda variável assumiria um papel de “ataque”, porquê em um time de futebol, enquanto a renda fixa ficaria mais responsável pela “resguardo”.

    Cá, no entanto, a renda fixa ocupa o portfólio em sua totalidade, portanto as porcentagens foram distribuídas de forma que títulos distintos dentro dessa mesma classe consigam desempenhar esses papéis, equilibrando riscos e retornos.

    Se ainda não tem certeza sobre quais títulos escolher dentro das categorias sugeridas, a gente te ajuda: conhece as carteiras recomendadas da Finclass? Com elas, você tem chegada às sugestões dos nossos especialistas, personalizadas de tratado com o seu objetivo financeiro.

    Porquê funciona o Imposto de Renda para títulos públicos?

    O Imposto de Renda incide sobre os ativos do Tesouro Direto. No entanto, os tributos afetam unicamente o rendimento do período da emprego, e não o totalidade investido. O mesmo, aliás, acontece com outros ativos de renda fixa, porquê os CDBs.

    O esquema de tributação segue essa tábua:

    Tempo de emprego Alíquota
    Até 180 dias 22,5%
    181 a 360 dias 20%
    361 a 720 dias 17,5%
    Mais de 721 dias 15%

    Por exemplo: se você investir R$ 1.000,00 no Tesouro Direto e, depois de um ano, queira resgatar o investimento, que está somando R$ 1.100,00. Nesse caso, a incidência de IR seria de 17,5% somente sobre o lucro, ou seja, seria necessário remunerar R$ 17,50 de imposto. 

    Os números utilizados para essa simulação são fictícios. No entanto, servem para que você compreenda a forma porquê os tributos são aplicados sobre os rendimentos e se preparar para pagá-los futuramente.

    Porquê montar uma carteira de investimentos de renda fixa?

    Montar a carteira de renda fixa ideal requer alguns passos básicos que ajudam você a maximizar os rendimentos, preservar o poder de compra e usufruir de segurança. Olha só:

    1. Defina os prazos da emprego;
    2. Cheque o indexador do ativo;
    3. Escolha bons Fundos de Renda Fixa;
    4. Misture títulos públicos e privados;
    5. Analise a remuneração e as taxas do investimento;
    6. Diversifique o portfólio;
    7. Faça balanceamentos periódicos.

    Vem com a gente entender cada um deles.

    1 – Defina os prazos da emprego

    Primeiramente, você precisa ter transparência sobre os seus objetivos financeiros. Comprar um imóvel? Trocar de carruagem? Se reformar com tranquilidade? Cada uma dessas metas têm prazos distintos e esse horizonte temporal é o que vai ditar muitas de suas escolhas.

    O ideal é que o patrimônio seja mantido aplicado até o término do período combinado na hora da emprego. Do contrário, se for vender os títulos antes disso, o preço deles será reajustado conforme a marcação a mercado — e você pode trespassar no prejuízo.

    A marcação a mercado, aliás, é o processo de precificação diária de alguns ativos, mormente os de renda fixa. De maneira muito simples, ela mostra quanto valeria o ativo se você decidisse vendê-lo naquele exato momento. Essas variações, por sua vez, dependem de vários fatores, porquê oferta e demanda ou eventos macroeconômicos.

    2 – Cheque o indexador do ativo

    Ativos de renda fixa geralmente estão atrelados a qualquer indicador econômico. Isso significa que os seus lucros vão escoltar esse índice e afetar o moeda que será recebido futuramente. 

    Tome de exemplo o IPCA, bastante presente em várias opções do Tesouro Direto. Esse indicador — também usamos o termo benchmark — indica o nível de inflação no país. Quando um título está ligado a ele, significa que os seus rendimentos futuros serão corrigidos de tratado com essa inflação.

    Dica extra: além de verificar o benchmark, cheque também qual é o percentual de rendimento do índice. 

    3 – Escolha bons Fundos de Renda Fixa

    Se a sua intenção é variar a sua carteira, os Fundos de Renda Fixa são uma boa estratégia. Isto é, com portfólios voltados para diferentes ativos dentro desta classe, é provável comprar uma cesta de títulos com uma única emprego.

    Os Fundos podem operar sob condições que variam de um para outro. Logo, antes de fazer a sua escolha, analise muito o contrato de cada um e verifique sempre:

    • Ativos presentes no portfólio;
    • Percentual de distribuição em cada ativo;
    • Reputação da gestora do Fundo;
    • Prazos para resgate;
    • Preço da prestação;
    • Indexadores utilizados;
    • Rentabilidade histórica.

    4 – Misture títulos públicos e privados

    Quando falamos da valimento da diversificação, também nos referimos às instituições emissoras dos ativos. Naturalmente, diferentes empresas e entidades estarão expostas a riscos setoriais distintos. Portanto, misturar as fontes dos seus títulos ajuda a preservar o seu patrimônio em caso de eventos micro e macroeconômicos específicos.

    Cá, uma boa dica é investir no Tesouro Direto e em CDBs emitidos por bancos, por exemplo. Com a rentabilidade vindo de várias direções dessa forma, é menos provável que o mau desempenho de um ativo impacte em grande graduação o seu portfólio.

    5 – Analise a remuneração e as taxas do investimento

    Cheque qual é o percentual prometido ao ano e faça simulações para averiguar quais seriam os seus lucros futuros, e se estão de tratado com a sua estratégia. 

    Nessa avaliação, não se esqueça de considerar a incidência do Imposto de Renda também. Enfim, os tributos pagos mudam conforme o tempo de emprego e esse desconto deve ser considerado no seu planejamento, a término de evitar surpresas futuras.

    6 – Diversifique o portfólio

    Imprescindível substanciar a urgência de imaginar uma carteira de investimentos diversificada. Essa é a única maneira de multiplicar o seu patrimônio de maneira segura, mitigando quaisquer riscos que estejam atrelados aos ativos que você escolher.

    Ao mesclar os ativos, lembre-se de considerar diferentes empresas emissores, sectores e até localizações geográficas. Na incerteza, sempre volte neste cláusula para refrescar a memória e se valer de todas as dicas que aprendeu até cá.

    7 – Faça balanceamentos periódicos

    Conforme o tempo passa, é oriundo que você ganhe mais experiência no mercado de capitais. Aliás, pode ser que encontre boas oportunidades de investimento e que valha a pena recalcular a rota. Inclusive, nesta lanço, posteriormente ter montado a sua carteira, não se esqueça de julgar periodicamente o desempenho dos ativos. 

    Porquê investir em renda fixa?

    Para investir em renda fixa de maneira fácil e segura, é preciso que você abra uma conta em uma corretora de valores. Na incerteza, consulte a lista de empresas autorizadas pela B3 a operar no mercado de investimentos.

    Além da proveniência da corretora, alguns outros critérios são importantes para tornar a sua emprego mais tranquila:

    • Intuitividade da plataforma;
    • Reputação da empresa;
    • Gama de ativos disponíveis;
    • Qualidade das informações prestadas;
    • Suporte disponível.

    Quando tiver feito a sua escolha, basta transferir fundos de sua conta bancária para a conta da corretora. O processo pode ser feito via PIX e em segundos o moeda estará disponível na sua novidade carteira do dedo.

    Por término, basta velejar entre as opções de emprego e fazer a sua seleção, com base nas dicas que aprendeu neste cláusula. Em seguida enunciar suas ordens de compra, em breve o título será liquidado e estará disponível para seguimento do desempenho.

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