A família brasileira enfrenta uma cruel veras: antes mesmo de receber seu salário, uma parcela significativa já foi “confiscada” através de descontos obrigatórios uma vez que o INSS e o Imposto de Renda.
Os descontos comuns incluem:
- INSS: Uma imposto compulsória para um sistema previdenciário que promete benefícios futuros cada vez mais incertos;
- Imposto de Renda: Um tributo direto sobre a renda do trabalho, que penaliza justamente quem produz e gera riqueza;
- Vale-transporte: Desconto de 6% que teoricamente deveria prometer mobilidade, mas frequentemente não cobre as necessidades reais do trabalhador;
- Taxa sindical: Um desconto que financia estruturas sindicais, muitas vezes sem real representatividade e que é utilizada politicamente;
- Planos de saúde: Uma urgência criada pela precarização do sistema público de saúde e que muitas vezes não oferece boa qualidade;
- Empréstimos consignados: Revérbero de um sistema que empurra a família para o endividamento;
- Pensão alimentícia: Consequência direta de uma ideologia que ataca sistematicamente a família e o sacramento do matrimonio, incentiva o divórcio e ignora o impacto devastador da separação familiar sobre as crianças.
Com todos esses descontos sobra muito pouco para poupar, investir e se tornar independente do INSS no porvir.
O INSS força uma “poupança” compulsória que resulta em prejuízos no longo prazo para as famílias, uma vez que veremos a seguir.
Se as pessoas tivessem o mínimo de ensino financeira, melhor seria elas buscarem a própria independência financeira para não depender do governo.
Exemplo: O teto de imposto do INSS em 2025 é de R$ 951,63 por mês para que você possa receber o valor supremo R$ 8.157,40 ao se reformar. Fizemos a simulação inferior, usando leste simulador de investimentos com aportes, para saber quanto você teria no final de 40 anos se investisse R$ 951,63 por mês, com juros de 12% ao ano. A simulação considera que você aumentaria seu investimento mensal a cada ano a uma taxa de 3%. Veja o resultado:
O resultado da simulação mostra que ao investir R$ 951,63 por mês no discurso de 40 anos, rendendo 12% ao ano e aumentando o investimento mensal em 3% ao ano, você terá um patrimônio de R$ 12 milhões na sua vetustez. Se você tivesse R$ 12 milhões rendendo 1% ao mês hoje, você teria R$ 120.000,00 mensais de renda.
Você pode fazer simulações com outros valores clicando cá. Exemplo: ao invés de 12% ao ano utilize 6% ao ano considerando que esta seria uma taxa de renda supra da inflação se você investisse em alguma coisa que rende IPCA + 6%. O resultado também seria significativo, pois com mais de R$ 2 milhões de patrimônio investido você também teria uma boa renda passiva na aposentadoria.
Isso nos mostra a valor de investir mensalmente alguma quanta para que no porvir possamos atingir a independência, sem depender do INSS.
Segundo o INSS, somente 12,2 milhões de beneficiários recebem supra do piso pátrio (menor valor pago pelo INSS), dos quais exclusivamente 10,6 milénio ganham o teto da Previdência Social. Um totalidade de 40,7 milhões de pessoas, murado de 70% do totalidade dos aposentados e pensionistas, ganham o salário mínimo, que subiu de R$ 1.412 para R$ 1.580 em 2025.
O trabalhador brasílio contribui com o INSS através de um sistema de alíquotas progressivas. Em 2025, o valor mínimo de imposto será R$ 113,85, calculado com base em 7,5% do salário mínimo. O teto supremo de imposto está fixado em R$ 951,63.
Para facilitar o entendimento, veja quanto será descontado em cada filete:
Fita 1: Para salários até R$ 1.518
Cômputo: 1.518 × 7,5% = R$ 113,85
Fita 2: Para salários até R$ 2.793,88
Cômputo: (2.793,88 × 9%) – 22,77 = R$ 228,67
Fita 3: Para salários até R$ 4.190,83
Cômputo: (4.190,83 × 12%) – 106,59 = R$ 396,30
Fita 4: Para salários até R$ 8.157,41
Cômputo: (8.157,41 × 14%) – 190,40 = R$ 951,63
Na prática, o INSS priva as famílias de investir o próprio numerário da forma que encontrar melhor e as faz confiar que pode depender do sistema. Nem todos percebem que o sistema pode se tornar insustentável no porvir. O sistema também penaliza quem produz mais com alíquotas progressivas.
Um trabalhador que ganha R$ 5.000 mensais perde murado de 30% em descontos obrigatórios. São R$ 1.500 que poderiam estar rendendo em investimentos escolhidos livremente, construindo um patrimônio real para o porvir.
A independência financeira exige consciência dessas amarras e planejamento para superá-las. Enquanto o sistema atual persiste, cabe ao trabalhador buscar poupar e investir o próprio numerário.
Veja outros simuladores de independência financeira que temos cá no Clube dos Poupadores. Compartilhe com os seus amigos e parentes antes que seja tarde demais para erigir seu próprio patrimônio.