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O Caminho Solitário e de Sacrifícios até os Primeiros R$ 100 Mil – Clube dos Poupadores

    Por que os primeiros R$ 100 milénio são os mais difíceis, mas fazem toda a diferença? Poupar e investir até apinhar R$ 100 milénio é a período mais difícil da construção do patrimônio. Mas também é a mais importante. Quem entende isso e persiste colhe os frutos depois. O problema é que a maioria desiste antes de chegar lá.

    Nascente item é uma prolongação do item onde apresentei um simulador, se você ainda não leu visite: Quanto tempo para os primeiros R$ 100 milénio até R$ 1 milhão?

    A período inicial: o peso dos aportes

    No primórdio, o propagação depende quase exclusivamente do que você poupa e investe. Os juros compostos ainda não fazem diferença. Se você tem R$ 5 milénio aplicados e obtém um rendimento de 10% ao ano, ganha exclusivamente R$ 500. Isso é pouco. A sensação é de que o moeda não cresce.

    Com R$ 50 milénio investidos, os mesmos 10% geram R$ 5 milénio. Com R$ 500 milénio, rendem R$ 50 milénio. Ou seja, os juros só fazem diferença quando você tem um capital aglomerado. No início, a força vem do moeda que você economiza e investe.

    É cá que muitos jovens tropeçam. Justamente na período em que deveriam plantar com mais força, preferem colher figura. Nos primeiros anos de tarefa ou de empreendedorismo, se deslumbram com a renda. Gastam tudo o que ganham, fazem dívidas longas, financiam carros, parcelam celulares e viajam uma vez que se fossem milionários. Fingem que são ricos enquanto enterram as chances reais de um dia serem. Comprometem os recursos que deveriam ser a base da independência futura, trocando liberdade por status momentâneo. É a emboscada moderna: parecer muito agora, ao dispêndio de depender para sempre.

    Por que juntar R$ 100 milénio é um divisor de águas?

    O grande repto é que, antes desse marco, o propagação patrimonial depende unicamente do seu esforço. Isso leva tempo e exige disciplina. Mas, ao atingir os R$ 100 milénio, os juros compostos entram no jogo com mais força. É justamente quando somos jovens que precisamos de muita disciplina.

    A diferença é absurda. Do zero aos R$ 100 milénio pode levar anos. Mas dos R$ 100 milénio aos R$ 200 milénio, o tempo reduz drasticamente. Depois dos R$ 500 milénio, o propagação é ainda mais rápido. Isso acontece porque, quanto maior o capital, maior o efeito da rentabilidade. É provável ver isto na prática no simulador do item anterior.

    Imagine alguém que decide investir R$ 500 por mês com um rendimento de 1% ao mês. O primeiro R$ 100 milénio será conseguido em 9 anos e 2 meses. Para vergar e atingir os R$ 200 milénio, serão necessários mais 4 anos e 3 meses. Os R$ 300 milénio virão 2 anos e 10 meses depois. Aos 18 anos e 4 meses, ele chega aos R$ 400 milénio. Para obter os R$ 500 milénio, bastam mais 1 ano e 9 meses. A partir daí, o propagação acelera. Os R$ 600 milénio vêm em 1 ano e 4 meses. Os R$ 700 milénio, em exclusivamente 1 ano e 3 meses. Aos 23 anos e 8 meses, ele atinge R$ 800 milénio. Depois de mais 11 meses, já acumula R$ 900 milénio. E, finalmente, com 25 anos e 6 meses de tenacidade, disciplina e paciência, ele cruza a risca do R$ 1 milhão. O tempo para cada novo R$ 100 milénio vai diminuindo — não porque ele trabalha mais, mas porque o moeda começa a trabalhar por ele. É mal a liberdade financeira deixa de ser um sonho e se torna exclusivamente uma questão de tempo.

    O efeito da aceleração patrimonial

    A velocidade com que o patrimônio cresce aumenta conforme os juros compostos trabalham a seu obséquio. O tempo para vergar o moeda diminui conforme o capital cresce.

    • Para trespassar do zero aos R$ 100 milénio pode levar anos.
    • Dos R$ 100 milénio para R$ 200 milénio, o tempo reduz.
    • Dos R$ 500 milénio para R$ 1 milhão, a velocidade é impressionante.

    Quem entende isso e tem paciência no início colhe frutos enormes depois. Se você quer ser livre financeiramente, comece agora. Tenha disciplina, invista com consistência e passe pela período mais difícil. Depois dos primeiros R$ 100 milénio, tudo se torna mais rápido e recompensador.

    Uma vez que aligeirar o processo para chegar aos R$ 100 milénio?

    Agora que você entendeu por que os primeiros R$ 100 milénio são fundamentais, vamos ao que interessa: uma vez que chegar lá mais rápido?

    1. Aporte o sumo provável – No primórdio, seu propagação depende do que você investe. Priorize os investimentos ao consumo supérfluo. Quanto mais você aportar, mais rápido atingirá a meta. É simples que não é do interesse de ninguém que você evite gastar tudo que ganha e ainda faça dívidas para gastar o moeda que você ganhará no horizonte. Não espere receber esteio dos outros ao tomar esta decisão. Caso não queira ser criticado, poupe e invista silenciosamente.
    2. Elimine gastos desnecessários – Revise seus gastos com lupa. Cortes pequenos acumulam grandes resultados. Assinaturas inúteis, almoços desnecessários, compras por impulso, tudo isso consome o capital que deveria estar construindo seu horizonte. Mas o maior ralo financeiro da juventude está nas más escolhas de vida. Trocar de relacionamento uma vez que quem troca de roupa, seguir os instintos uma vez que um bicho irracional, só leva à ruinoso emocional e financeira. Não seja servo dos seus impulsos, uma vez que os animais. O que constrói segurança financeira é a razão, disciplina e confederação com uma pessoa comprometida com o longo prazo.
    3. Aproveite rendas extras – Trabalhos freelancer, horas extras, venda de produtos. Use todo moeda extra para aligeirar o acúmulo dos primeiros R$ 100 milénio. Não espere que seus amigos façam o mesmo, pois ele não entende o “sigilo do jogo”. Não conte seus planos para as pessoas que não o entendem.
    4. Escolha investimentos eficientes – Zero de deixar moeda parado na poupança. Invista em ativos com bom retorno ajustado ao risco. Sempre avalie o risco que está correndo. Busque opções que ofereçam rentabilidade real, supra da inflação. No início, o foco não deve ser tentar retornos altos a qualquer dispêndio, mas sim poupar o sumo provável e evitar perdas até apinhar os primeiros R$ 100 milénio. É aí que mora a base da sua independência. Mas é justamente nessa período que corretoras, bancos e influenciadores tentam convencer os mais jovens a malparar o pouco que têm em ativos de cume risco. Eles não se importam com você. Pare de seguir todos eles.
    5. Mantenha-se disciplinado – O erro de muitos é desistir no meio do caminho. Amontoar os primeiros R$ 100 milénio é um jogo de paciência e persistência. Evite comentar com os outros que está juntando moeda. Isso só atrai problemas. Não empreste para amigos que descobrem que você está poupando. Se emprestar, há grande chance de perder o moeda e o colega. Se não emprestar, no sumo descobrirá que ele nunca foi realmente seu colega. Melhor perder um falso colega do que comprometer o que você levou anos para edificar.
    6. Evite o erro de buscar atalhos – Esquemas de moeda fácil, promessas de ganhos irreais, operações de cume risco. Tudo isso pode fazer você perder moeda e atrasar seus planos.
    7. Aproveite o poder dos juros compostos – Reinvista os rendimentos. No longo prazo, isso faz uma diferença gigantesca. Cada real reinvestido acelera seu propagação patrimonial.

    O que separa quem alcança a independência financeira daqueles que vivem em dificuldades financeiras é a consistência. Se você persistir, seu moeda começará a trabalhar por você. E, quando perceber, seu patrimônio estará crescendo sozinho.

    É simples que durante todo leste processo o governo irá atrapalhar sua vida. Em outro item eu pretendo falar sobre isto, pois quem poupa, investe e acumula riqueza é tratado uma vez que vilão, réu pelos políticos de ocasionar ‘desigualdade’. O ciclo é perverso: primeiro, você paga imposto sobre o que ganha. Depois, sobre o que consome. Em seguida, sobre o que possui, mesmo que já tenha pago imposto quando comprou, com o moeda que já tinha sido tributado. E quando, com esforço, sobra qualquer capital para investir, o Estado morde de novo, taxando seus rendimentos. O pouco que você acumulou vira prova do seu ‘privilégio’ na boca dos políticos populistas. Não basta tomar o que é da sua família. Precisam ainda te culpar por ter sido responsável. O Brasil é o país onde enriquecer honestamente virou alguma coisa impudico, e a virtude foi sequestrada por quem vive de subsídios, favores e chantagem.

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