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Ranking dos Investimentos mais Populares no Brasil – Clube dos Poupadores

    Um leitor do Clube dos Poupadores me enviou levante gráfico que circula em uma rede social.

    Os brasileiros concentram seus investimentos principalmente em cinco grandes categorias, ordenadas por volume de recursos:

    Produtos de Tesouraria dominam com 38% do totalidade (R$ 2,656 trilhões), formados por:

    • Poupança: R$ 926 bilhões (13%)
    • CDB/RDB: R$ 874 bilhões (13%)
    • LCA: R$ 421 bilhões (6%)
    • LCI: R$ 324 bilhões (5%)
    • Letra Imobiliária Garantida: R$ 109 bilhões (2%)

    Produtos Geridos ocupam 22% (R$ 1,5 trilhão), distribuídos em:

    • Fundos Multimercados: R$ 633 bilhões (9%)
    • Fundos de Renda Fixa: R$ 582 bilhões (8%)
    • Fundos de Ações: R$ 240 bilhões (3%)

    Previdência representa 19% (R$ 1,313 trilhão), dividido entre:

    • VGBL: R$ 1,097 trilhão (16%)
    • PGBL: R$ 216 bilhões (3%)

    Produtos de Corretagem somam 18% (R$ 1,271 trilhão), compostos por:

    • Ações: R$ 713 bilhões (10%)
    • Títulos Públicos: R$ 160 bilhões (2%)
    • Debêntures: R$ 103 bilhões (1%)
    • CRA: R$ 95 bilhões (1%)
    • Derivativos: R$ 66 bilhões (1%)
    • CRI: R$ 64 bilhões (1%)

    Fundo imobiliário (FII) representa exclusivamente 1% do totalidade (R$ 102 bilhões)

    O totalidade investido alcança R$ 6,923 trilhões, com as 8 maiores categorias concentrando 80% deste valor.

    A distribuição dos investimentos no Brasil revela algumas coisas sobre nossa cultura financeira do brasílico.

    Os brasileiros mantêm R$ 926 bilhões na poupança, investimento que historicamente perde para a inflação. Oriente comportamento resulta de décadas de propaganda estatal que vendeu a poupança uma vez que investimento seguro. O governo se beneficia desta distorção para financiar crédito imobiliário subsidiado

    Previdência controlada por bancos estatais soma R$ 1,313 trilhão. VGBL e PGBL frequentemente embutem altas taxas de governo. Uma vez que são investimentos de prazo muito longo, muito numerário é esbanjado com taxas.

    Mercado de capitais é subutilizado. Exclusivamente 10% em ações (R$ 713 bilhões) e títulos privados uma vez que debêntures e CRI somam participação irrisória.

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