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Papel e Moeda – Clube dos Poupadores

    O moeda físico, uma vez que o de papel e as moedas, ainda possui inúmeras vantagens e neste cláusula você vai deslindar:

    • Por que o moeda em papel continua sendo uma instrumento importante de liberdade financeira;
    • Razões pelas quais políticos e governos de diversos países querem ultimar com o moeda em papel;
    • Por que as criptomoedas não são tão anônimas quanto você pensa;
    • Uma vez que alguns países estão tentando expelir o moeda físico;
    • Os riscos da concentração do poder financeiro nas mãos do Estado.

    Primeiro vamos listar algumas vantagens reais do moeda físico feito de papel ou metal:

    1. Independência de Tecnologia: Verba de papel não depende de dispositivos eletrônicos. Ele pode ser usado sem a premência de um celular, internet, força elétrica ou qualquer outra tecnologia, tornando-o conseguível em áreas remotas, guerras e em qualquer evento onde o uso da tecnologia é impossível.
    2. Privacidade: O uso de notas de papel não gera um rastro do dedo. Isso pode oferecer uma classe de privacidade, pois transações em moeda não são registradas em sistemas eletrônicos acessíveis a terceiros.
    3. Anonimato: Pagamentos em moeda permitem transações anônimas e reduz a quantidade de dados pessoais disponíveis para terceiros, diminuindo o risco de vazamentos de informação ou uso indevido de dados por criminosos.
    4. Inclusão Financeira: Indivíduos sem chegada a serviços bancários ou que não possuem contas digitais podem participar da economia quando usam moeda vivo. As pessoas pobres não precisam gastar moeda com celulares modernos, planos de telefonia traste, força e internet para usar o próprio moeda. Zero no mundo pode ser mais inclusivo do que o moeda físico ou qualquer muito usado uma vez que suplente de valor.
    5. Controle sobre Gastos: Pesquisas científicas mostram que o uso de moeda físico ajuda as pessoas a controlar melhor seus gastos, pois há uma percepção mais tangível do moeda sendo gasto. Você literalmente só gasta o moeda que tem no seu bolso.
    6. Negociação e Preços: Muitos comerciantes podem oferecer descontos ou admitir barganhas mais facilmente com pagamentos em moeda, evitando taxas de transação. Os bancos e as empresas de cartão de crédito cobram taxas elevadas dos comerciantes e estes repassam essas taxas para os preços. Essas instituições perdem moeda quando você resolve remunerar suas compras usando moeda físico.
    7. Segurança em Transações: O moeda físico não está sujeito a fraudes cibernéticas uma vez que clonagem de cartões ou phishing. Embora o moeda físico possa ser roubado, o risco é pequeno quando você mora em cidades seguras ou quando toma os devidos cuidados ao circunvalar em determinados lugares e horários com pouco moeda. O moeda físico pode ser facilmente escondido. Atualmente os ladrões preferem roubar celulares para acessar as contas digitais e roubar todo o moeda da sua conta e investimentos. Geralmente as pessoas tem menos moeda na carteira e muito moeda nas contas bancárias.
    8. Cobrança de Impostos: No Brasil, no pretérito não muito distante, existia um imposto chamado CPMF que era cobrado quando as pessoas transferiam moeda entre contas bancárias (existiu entre 1997 e 2007). Esse tipo de imposto não pode ser cobrado com a mesma facilidade quando você utiliza moeda físico.
    9. Velocidade em Transações Pequenas: Para compras pequenas, o moeda físico pode ser mais rápido do que configurar uma transação eletrônica.
    10. Resistência a Falhas de Sistema: Em situações de emergência onde a infraestrutura do dedo pode falhar ou serem literalmente atacadas por um inimigo (uma vez que durante desastres naturais e guerras), o moeda físico continua funcional.

    O mundo quer ultimar com o moeda físico

    No momento em que escrevo oriente cláusula, nenhum país tem oficialmente eliminado o moeda de papel para uso restrito de moeda do dedo. No entanto, há vários países onde políticos e governos estão promovendo políticas que visam reduzir significativamente o uso de moeda físico, com implicações para a privacidade da população:

    Suécia – A grande maioria das transações é feita digitalmente, e há um movimento simples para um país “cashless” (país sem moeda). Projetos uma vez que o “e-krona” pelo Banco Medial da Suécia estão em estudo, embora ainda não haja uma decisão para suprimir completamente o papel-moeda.

    Noruega – Similar à Suécia, a Noruega tem visto uma subtracção acentuada no uso de moeda físico, com a maioria das transações ocorrendo digitalmente. Políticos e a Norges Bank estão discutindo a implementação de uma moeda do dedo do Banco Medial (uma vez que o DREX do Brasil).

    China – A China tem investido pesadamente no uso de pagamentos digitais através de aplicativos uma vez que WeChat Pay e Alipay, com o governo promovendo ativamente a transição para uma economia do dedo. Há também planos para o e-CNY, ou yuan do dedo.

    União Europeia – a União Europeia tem explorado o “euro do dedo”. Vários países membros da UE, incluindo a França e a Alemanha, têm políticos que defendem a redução do uso de moeda físico para combater a lavagem de moeda e crimes financeiros, mas não há uma decisão unânime para suprimir o moeda de papel.

    Índia – A Índia tem promovido ativamente a digitalização das transações financeiras, principalmente em seguida a demonetização de 2016. Políticas uma vez que a promoção da Unified Payments Interface (UPI) e outras plataformas digitais são incentivadas, mas ainda não há planos oficiais para expelir o moeda físico.

    Por qual motivo alguns políticos querem ultimar com o moeda físico?

    De onde vem tanta motivação dos políticos do mundo para reduzir ou ultimar com o moeda de papel? Será mesmo que os motivos são aqueles que os políticos falam em seus discursos uma vez que: “modernização”, “combate ao violação” e “transparência”? O que os políticos ganham com o término do moeda físico?

    O controle totalidade sobre o moeda do dedo dá aos políticos dos países um poder sem precedentes sobre a vida financeira dos cidadãos. Isso é um vestuário. Com as transações eletrônicas, cada centavo movimentado pode ser rastreado, taxado e até bloqueado caso os políticos queiram. Os políticos dos países podem mudar e revogar leis para tornar isso verdade.

    Outro vestuário é o de que os governos já demonstraram que usam esse poder. Na China, o sistema de crédito social já permite bloquear transações de cidadãos considerados “divergentes”. No Canadá, durante os protestos dos caminhoneiros em 2022, o governo congelou contas bancárias de manifestantes pacíficos.

    Uma coisa que poucas pessoas percebem: o moeda do dedo facilita a implementação de políticas uma vez que taxas negativas de juros – onde você é punido por poupar moeda. Com moeda físico, as pessoas podem simplesmente vigiar o moeda em vivenda. Sem essa opção, ficam presas no sistema bancário controlado pelo governo.

    Na Suécia, Suíça, Japão, Dinamarca e Zona do Euro: alguns bancos centrais dessas regiões adotaram taxas de juros negativas nas últimas décadas para estimular o propagação econômico. A teoria é desincentivar a poupança e incentivar o consumo e o investimento. Apesar de as taxas negativas normalmente afetarem bancos comerciais, algumas instituições financeiras começaram a repassar esses custos para clientes com saldos elevados, o que pode ser interpretado uma vez que uma “penalização” por poupar.

    A narrativa de “combate ao violação” é profíquo, mas precisamos refletir sobre isso. Os verdadeiros criminosos sempre encontram alternativas. Eles não se importam com as leis e normas. Eles encontram meios para vigiar valor e fazer transações envolvendo meios ilícitos. Veja os inúmeros exemplos de políticos, empresários e servidores públicos que foram investigados no pretérito cometendo crimes envolvendo bilhões por décadas, sem que fossem percebidos. Os verdadeiros prejudicados são pessoas honestas que perdem a sua privacidade financeira.

    A urgência dos políticos do mundo em ultimar com o moeda físico revela o verosímil aumentar o poder do Estado sobre a economia e a vida das pessoas. O moeda do dedo é a instrumento perfeita para implementar políticas de controle social, ideológico e econômico sem precedentes.

    A história está repleta de exemplos de Estados que, nas mãos de governantes imorais, se transformaram em máquinas de vexação contra seu próprio povo. Da União Soviética à Alemanha Oriental, da Coreia do Setentrião, Venezuela, Cuba, vimos repetidamente uma vez que o controle estatal integral sobre o moeda e a economia foi usado para perseguir, empobrecer e até expelir grupos inteiros da população. O poder concentrado nas mãos do Estado sempre atraiu pessoas dispostas a usá-lo para fins criminosos, por isso dar ainda mais poder através do controle do dedo totalidade do moeda é um risco que a sociedade não deveria admitir.

    O término do moeda físico representa a perda de uma liberdade fundamental: a de realizar transações privadas e honestas sem vigilância estatal.

    A escolha entre moeda físico ou do dedo deveria ser do cidadão, não uma imposição do Estado. As pessoas deveriam exigir a liberdade para escolher. A pressa dos políticos em ultimar com o papel moeda é um sinal simples de procura por mais controle e menos liberdade.

    Criptomoedas e o anonimato

    O exposição sobre anonimato das criptomoedas não é totalmente correto.

    O Bitcoin e a maioria das criptomoedas são sistemas de registro público – cada transação fica eternamente gravada em um livro-razão desobstruído.  O FBI e outras agências regularmente rastreiam e recuperam Bitcoin de ransomware e outros crimes. A Receita Federalista brasileira já identificou milhares de transações não declaradas. As empresas de estudo blockchain vendem software que mapeia padrões de transações e identifica usuários. A forma uma vez que a maioria das pessoas negocia criptomoedas, através de corretoras, não oferece privacidade.

    Durante anos, governos e políticos atacaram as criptomoedas uma vez que “perigosas” e “ameaças à segurança”. Agora copiam a mesma tecnologia blockchain para produzir moedas digitais de controle totalidade uma vez que CBDCs (Medial Bank Do dedo Currencies), conhecidas uma vez que DREX cá no Brasil, que utilizam a tecnologia blockchain para maior controle e monitoramento das transações.

    Em contraste, o moeda em papel é verdadeiramente anônimo. Não deixa rastros digitais. Não exige intermediários. Não fica registrado em blockchain nenhuma. Quando você paga alguma coisa em moeda vivo, só você e o vendedor sabem da transação. Essa privacidade também é importante para pessoas honestas que pagam seus impostos e possuem uma vida financeira lícita.

    As criptomoedas, ironicamente, criam um sistema onde cada transação é rastreável para sempre e isso despertou o interesse dos governos. Os políticos, hoje, adoram a teoria do blockchain: é um sonho de vigilância em volume. Cada centavo pode ser seguido. Cada padrão de gasto pode ser analisado. Cada meandro do comportamento “legalizado” pode ser detectado e punido.

    Uma vez que ultimar com a sonegação?

    Muitos países defendem o uso do moeda do dedo uma vez que a melhor forma de ultimar com a sonegação de impostos.

    A solução para ultimar com a sonegação é muito mais simples. Em vez de transformar cada cidadão em suspeito, vasculhar contas bancárias e produzir um estado policial tributário, existe um método revolucionário: oferecer serviços que as pessoas considerem dignos do moeda pago.

    Isso não é uma novidade. Toda empresa que sobrevive no mercado já descobriu esse sigilo milenar. A mágica acontece porque essas empresas fazem alguma coisa inopinado: entregam valor superior ao preço cobrado. As pessoas pagam voluntariamente, com satisfação, pois recebem alguma coisa útil em troca.

    Não é inteligente fazer o caminho inverso. Hoje os países cobram impostos elevados, entregam serviços precários e ainda querem convencer o pagador de que é um privilegiado por financiar essa ineficiência. Quando a população resiste a essa insanidade, a solução é aumentar a vigilância, as punições e produzir mais burocracia.

    A verdadeira receita para ultimar com a sonegação dispensa tecnologias de espionagem fiscal ou ameaças. Basta imitar qualquer pequeno empresário que mantém as portas abertas há mais de seis meses: ofereça alguma coisa que valha o preço cobrado.

    O que você deve fazer?

    Você deve remunerar seus impostos, seguir as leis e se educar financeiramente para que possa orientar os seus amigos e parentes sobre a verdade. Pessoas financeiramente educadas não votam em políticos que defendem o término da liberdade, privacidade e propriedade. Quem sabe, no horizonte, as pessoas acordem e comecem a escolher melhor aqueles que fazem as leis.

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