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Quanto rende 100 mil reais em Fundos Imobiliários em 2025?

    No que você pensará primeiro se alguém te perguntar qual o seu interesse em investir no mercado imobiliário? Muito provavelmente vai descontar que, para isso, seria necessário comprar uma moradia ou prédio, para logo alugá-lo a um inquilino, ou revendê-lo por um valor maior. Acertamos?

    Na verdade, esse setor é atingível de outras formas também: investir em Fundos Imobiliários, por exemplo, é fácil e bastante rentável — razões pelas quais a modalidade tem atraído tantos investidores nos últimos anos.

    Nesse item, queremos que você compreenda o funcionamento desse tipo de ativo de uma maneira dissemelhante: tem teoria de quanto rende 100 milénio reais em fundos imobiliários? Cá, te daremos essa resposta, e ainda ensinaremos 5 dicas imbatíveis para montar uma carteira rentável com esses papéis. Veja só o que vai desenredar:

    • Por que investir 100 milénio reais em FIIs;
    • Quanto rende por mês 100 milénio em Fundos Imobiliários;
    • 10 dicas para montar uma carteira de Fundos Imobiliários.

    Se fôssemos você, inclusive, não sairíamos dessa página: no final, vamos te apresentar a plataforma mais completa para quem deseja aprender a investir com lucidez e ter entrada aos fundos imobiliários selecionados pela nossa equipe de especialistas.

    Vamos lá?

    Por que investir 100 milénio reais em FIIs?

    Embora os rendimentos de uma emprego desse porte possam variar, a depender do FII específico escolhido para os aportes, investir 100 milénio reais em um bom Fundo Imobiliário traz proventos muito interessantes ao investidor

    Ou por outra, algumas outras razões fazem dessa uma boa decisão. Olha só.

    Gestão profissional

    Ao investir em um FII, ou qualquer outra modalidade de Fundo de Investimento, você terá profissionais experientes e altamente capacitados por trás da distribuição dos seus recursos. Consequentemente, os cotistas acabam expondo a si mesmo a uma série de boas oportunidades de emprego que talvez não seriam capazes sozinhos. Isso, é evidente, se a gestão do FII for sólida e tiver boa reputação — fatores que devem ser checados antes de fazer um aporte.

    Menor volatilidade

    É verdade que os FIIs são investimentos de renda variável e, geralmente, de cimalha risco. Todavia, as cotações costumam oscilar de maneira mais suave do que acontece com as ações, por exemplo. 

    Ou por outra, é verosímil averiguar com atenção os relatórios gerenciais do fundo, a termo de escolher opções tal qual setor imobiliário é menos propenso a variar com frequência — uma vez que acontece com os galpões, entre outros setores. Entretanto, não se esqueça de que não é recomendável depositar a maior secção do seu patrimônio em um segmento só, já que isso aumenta o risco financeiro ao qual você está se expondo.

    Diversificação

    E por falar em lastrar o portfólio de investimentos, é pertinente primar que existem vários tipos de Fundos Imobiliários, cujas cotas estão atreladas a categorias distintas de imóveis e setores. Logo, com R$ 100 milénio em mãos, há recursos de sobra para edificar uma carteira eficiente e rentável, considerando esses ativos.

    Quanto rende por mês 100 milénio em Fundos Imobiliários?

    O valor exato dos lucros nesse cenário vai depender de qual o dividend yield do FII em questão, das condições do mercado e do desempenho do fundo. Esse dividend yield, aliás, é uma vez que uma porcentagem que indica o moeda que você poderia receber por ano em relação ao valor das cotas que você tem. Ou seja, é uma métrica muito utilizada que indica o quanto um fundo paga de dividendos em relação ao seu valor de mercado, expresso em porcentagem ao ano.

    Para você ter teoria dessa simulação e seus rendimentos estimados, vamos tomar de exemplo um Fundo Imobiliário que possui um dividend yield, nesse caso, é de 12%, de harmonia com as informações divulgadas nos relatórios gerenciais daquele FII e sua gestora. 

    Logo, R$ 100.000,00 reais aplicados nesse FII renderiam tapume de R$ 1.000,00 reais mensais. Não entendeu uma vez que chegamos a esse resultado? Logo, olha só o próximo tópico do item.

    Porquê fazer o operação para saber quanto rende 100 milénio em FIIs?

    A fórmula para desenredar quanto 100 milénio reais rendem em FIIs é extremamente simples. Veja só:

    Rendimento estimado= dividend yield x valor investido

    Encontrar o dividend yield de um Fundo Imobiliário é fácil: a informação está presente em todos os documentos divulgados pelas gestoras ao público universal e aos cotistas, mantendo-se sempre atualizado para que você possa consultar esse valor a qualquer momento. Você pode acessá-los no próprio site da gestora.

    Existe uma maneira ainda mais fácil: basta encontrar qual o dividendo por prestação pago pelo FII. Nascente valor é divulgado pelas gestoras e administradores em seus informes de rendimentos.

    O DY, note, aparecerá sempre em forma de porcentagem. Por isso, antes de aplicá-lo à fórmula, é preciso dividi-lo por 100. Usando novamente o exemplo supra, temos um DY de 12% que, dividido por 100, resulta em 0.12.

    Logo, a fórmula fica assim:

    Rendimento estimado = 0.12 x 100.000

    Rendimento estimado =12.000

    Dividindo, logo, esse resultado por 12 (os meses do ano), temos o totalidade de R$1.000 reais. Zero difícil, concorda?

    Exemplos de rentabilidade de 100 milénio reais em FIIs

    Se um Fundo Imobiliário tem um DY de 8% ao ano, aplicamos a fórmula:

    Rendimento estimado = 0.08 x 100.000 = 8.000 ao ano

    Isso significa que o investidor receberia tapume de R$ 666,67 por mês em dividendos.

    Por outro lado, Se o FII escolhido tiver um DY de 10% ao ano, o operação será:

    Rendimento estimado = 0.10 x 100.000 = 10.000 ao ano

    Isso daria aproximadamente R$ 833,33 por mês em dividendos. Importante: note que ambos os exemplos servem somente para que você entenda com mais perspicuidade a forma uma vez que um FII rende. Cá, usamos dados fictícios para essas simulações.

    Lembre-se ainda que o dividend yield muda periodicamente, a depender dos rendimentos distribuídos e dos valores das cotas do FII. Finalmente, os lucros dos cotistas podem ser mais ou menos previsíveis, acompanhando as tendências das categorias específicas de imóveis nas quais os aportes foram feitos.

    A previsibilidade dos rendimentos não depende somente do setor, mas das características específicas de cada fundo. Alguns FIIs de logística, por exemplo, divulgam intervalos de distribuição entre determinados valores, enquanto há FIIs de shopping que mantêm o pagamento de dividendos estáveis por meses consecutivos. Por outro lado, setores uma vez que os FIIs de papel, que distribuem rendimentos atrelados ao IPCA ou ao CDI, podem apresentar maior volatilidade, já que seus pagamentos variam mês a mês de harmonia com os índices econômicos.

    Por isso, um investidor inteligente precisa saber disso: antes de empregar em qualquer Fundo Imobiliário, verifique os documentos atualizados das cotas e cheque não somente o dividend yield atual e histórico da opção, mas também todos os demais dados relevantes para julgar se o investimento vale, ou não, a pena.

    5 dicas para montar uma carteira de Fundos Imobiliários

    Assim uma vez que o dividend yield de um Fundo Imobiliário pode variar periodicamente, ou de um FII e outro, é vestimenta que cada ativo dessa classe terá uma dinâmica própria de funcionamento, principalmente se considerarmos o vestimenta de que diferentes fundos lastreiam os seus proventos em setores e imóveis distintos.

    Ou por outra, nunca é demais frisar que os Fundos Imobiliários são investimentos de renda variável. Consequentemente, seus lucros são imprevisíveis e os riscos inerentes à operação podem ser altos. Logo, nunca é demais se munir com algumas dicas de ouro antes de definir o que fazer com o seu patrimônio, visível?

    1. Analise os relatórios gerenciais do FII

    Certamente, o dividend yield é um oferecido muito importante a ser considerado pelo investidor que procura o retorno mais atrativo verosímil. No entanto, uma boa decisão só pode ser tomada posteriormente uma estudo minuciosa de todos os documentos e relatórios publicados regularmente pelo FII. O documento que você poderá encontrar as principais informações é o Relatório Gerencial.

    Para te ajudar, cá vai um checklist de todos os pontos importantes que não devem ser ignorados:

    • Avalie a periodicidade e a consistência dos rendimentos distribuídos pelo fundo aos cotistas;
    • Analise as perspectivas do setor imobiliário, com o objetivo de compreender o contexto exato no qual o FII em questão está operando;
    • Verifique quais tipos de imóveis são considerados na estratégia e suas respectivas localizações, para entender qual o proporção de qualidade desses espaços e se há expectativa de uma verosímil valorização futura;
    • Confira o histórico, a reputação e a confiabilidade da administradora do FII, avaliando as suas estratégias e habilidades de gestão;
    • Cheque, também, o histórico dos rendimentos em questão, observando se as cotas têm valorizado ou não, e até identificando oscilações;
    • Revise o prospecto do FII, para se inteirar sobre taxas e custos, regulamentos, tipos de imóveis e inquilinos considerados no contrato, estratégia adotada, fatores de risco e objetivos da gestora.
    1. Prefira FIIs com maior liquidez de mercado

    O proporção de liquidez de um Fundo Imobiliário (ou qualquer ativo financeiro) diz saudação à capacidade de transformar a prestação em moeda, quando você decide vendê-la. Os FIIs mais líquidos são, portanto, os mais negociados no mercado. Por conta dessa particularidade, ao se desfazer de um papel, suas chances de encontrar outros investidores em adquiri-lo são maiores.

    Essa particularidade, enfim, é vantajosa para quem procura flexibilidade e rapidez para atuar no mercado de FIIs, garantindo maior fluidez na realização das transações de compra e venda de cotas.

    1. Equilibre as proporções de alocação em FIIs

    Seja em Fundos de Tijolo ou em Fundos de Papel, esse estabilidade é crucial para a construção de uma carteira diversificada e resiliente, sólida o bastante para não performar mal e trazer grandes prejuízos em casos de oscilações micro ou macroeconômicas.

    Os Fundos de Tijolo, vale explicar, investem diretamente em imóveis físicos, uma vez que edifícios comerciais, galpões logísticos ou empreendimentos residenciais. Por outro lado, os de Papel aplicam recursos em ativos financeiros ligados ao mercado imobiliário, uma vez que Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e Letras de Crédito Imobiliário (LCIs), sendo que, predominantemente, você encontrará FIIs que investem em CRIS.

    Ao variar a alocação, você se beneficia das diferentes dinâmicas dessas categorias. Ou seja, pode aproveitar tanto a valorização e a exploração dos imóveis físicos, quanto os retornos provenientes de contratos de aluguéis e rendimentos de ativos financeiros. 

    Aliás, lastrar a presença em ambas as categorias pode ajudar a mitigar riscos associados a um único segmento do mercado imobiliário, e ainda oferecer uma gama mais ampla de fontes de renda.

    1. Analise o segmento do fundo

    Finalmente, cada setor tem suas particularidades e reage de forma dissemelhante às oscilações do mercado. Por exemplo, FIIs de shoppings tendem a ser impactados pelo consumo e pela economia do varejo, enquanto FIIs logísticos são mais influenciados pelo propagação do e-commerce e pela demanda por distribuição eficiente. 

    Antes de investir, aconselhamos entender qual segmento está mais desempenado com sua estratégia e tolerância ao risco, para se prevenir contra mudanças de cenário que você não previu.

    Outro ponto importante é a previsibilidade e resiliência do setor escolhido. Imóveis corporativos, por exemplo, podem tolerar com períodos de baixa ocupação em crises econômicas, enquanto FIIs de recebíveis (também chamados de FIIs de papel) oferecem rendimentos mais estáveis, pois são lastreados em títulos de crédito imobiliário. 

    Ou por outra, fundos híbridos tendem a ser uma selecção interessante para quem procura diversificação dentro de um único ativo.

    1. Entenda a taxa de vacância

    Quanto maior a vacância, maior a incerteza sobre a geração de receita, pois imóveis vazios não geram aluguel. Por isso, um fundo com subida vacância irá enfrentar dificuldades para partilhar rendimentos consistentes aos cotistas, além de tolerar com uma desvalorização no mercado caso a situação se prolongue. 

    Antes de investir, dê uma olhada no histórico de ocupação do fundo e se há perspectivas concretas de redução da vacância ao longo do tempo.

    E mais: a vacância precisa ser analisada dentro do contexto do segmento do fundo. Em imóveis corporativos, por exemplo, é generalidade que contratos de locação sejam longos, mas períodos de crise podem gerar um aumento na vacância se as empresas reduzirem espaços. 

    Já em shoppings, a rotatividade dos lojistas costuma ser maior, mas a diversificação de inquilinos ajuda a mitigar riscos. FIIs com boa gestão costumam ter estratégias para reduzir a vacância, uma vez que reformas para tornar os imóveis mais atrativos ou renegociação de contratos para manter bons inquilinos. 

    Finclass: a plataforma mais completa para te transformar em um investidor de sucesso

    Pode revelar: não é zero difícil compreender uma vez que funcionam os Fundos Imobiliários e quanto rende 100 milénio reais em FIIs, não é? Por mais que essa modalidade de investimento seja de renda variável e cimalha risco, estudar com atenção a sua dinâmica torna o processo de decisão mais simples para o investidor. 

    Finalmente, conhecimento é poder. Ou melhor: conhecimento é moeda

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